quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Fazal Sheikh




 Fazal Sheikh (1965-) Nasceu em Nova York. Graduou-se pela Princeton University. Utiliza-se da fotografia para documentar a população marginalizada em diferentes lugares do mundo. Seus primeiros projetos foram na Rodésia, Sudão, Etiópia, Somália, Moçambique e Quênia. Participa de projetos de longa duração no Afeganistão, Índia, Israel e Palestina. Defende os direitos humanos e muitos dos seus projetos são grátis. Recebeu o International Henri Cartier-Bresson Grand Prize, 2005, Prix Nadar, 2007 entre outros. Diversas exposições em diferentes instituições incluindo a Tate Modern, Londres. Vários livros publicados. Atualmente retrospectiva no Denver Art Museum _ Photographs by Fazal Sheikh, 1989-2013. Vive entre Nova York e Berlim. É representado pela Pace/Macgill Gallery.

Unaccompanied minors', Sudanese refugee camp, Lokichoggio, Kenya, 1992.

Jamaa Abdullai and her brother Adan, Somali refugee camp, Mandera, Kenya, 1992.
Borana war widows Dakie Galma Sora and Dira Wako Guyo, Ethiopian refugee camp, Walda, Kenya, 1993.

Shamso, Zahara, and Alima, Somali refugee camp, Liboi, Kenya, 1994.



Lukelatabaru’s (“one who was born to make war”) family, Rwandan refugee camp, Lumasi, Tanzania, 1994, from the series A Sense of Common Ground. © Fazal Sheikh



Women's Committee, Somali refugee camp, Liboi, Kenya, 1994



Binafshah and Naizgul, Afghan refugee village, Nasir Bagh, North West Frontier Province, Pakistan, 1996.

Endilletante: The Victor Wheeps, Scalo, 1996.



Abdul Shakoor's eldest wife, Najiba, Afghan refugee village, Nasir Bagh, North West Frontier Province, Pakistan, 1997.

Doctor Jan's son and friend, Afghan refugee village, Nasir Bagh, North West Frontier Province, Pakistan, 1997.

Abdul Aziz holding a photograph of his brother Mula Abdul Hakim, Afghan refugee village Khairabad, North Pakistan, 1997, from the series The Victor Weeps. © Fazal Sheikh.

Afghan girl born in exile, Afghan refugee village, Khairabad, North Pakistan, 1997.


Sem título, 1998 Collection Fotomuseum Winterthur.


Sem título, 1998 Collection Fotomuseum Winterthur.



Sita Dasi (Lord Ram´s wife), Vrindavan, India, 2005Collection Fotomuseum Winterthur.

Nela Dey ('Sapphire'), Vrindavan, India, 2005.

Ether Portrait, 2008-2011.



Pigeon roost, Vrindavan, India, 2009.

Beloved Daughters, s.d.



Exposição na Pace/Mac Gill Gallery, 2016

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Sob curadoria de Fausto Chermont e Bianca Boeckel, Hilton Ribeiro, Ricardo de Vicq e Willy Biondani Galeria Vilanova


GALERIA VILANOVA INAUGURA NOVO PROJETO COM FOTÓGRAFOS EM EXPOSIÇÃO COLETIVA 
  
No mês dedicado à Fotografia, Hilton Ribeiro, Ricardo de Vicq e Willy Biondani exibem trabalhos inéditos no Brasil e promovem nova empreitada em parceria com a galeria 


Galeria VilaNova apresenta os três fotógrafos que passam a integrar seu time de artistas, com a inauguração da mostra "Excertos". Sob curadoria de Fausto Chermont Bianca BoeckelHilton RibeiroRicardo de Vicq Willy Biondani exibem trabalhos que despertam os elementos mais sensíveis e originais da arte, ao utilizarem técnicas sofisticadas na abordagem de assuntos diversos. Ao longo do próximo ano, os três artistas farão suas individuais, aprofundando as propostas exibidas nesta coletiva.

Hilton Ribeiro, paulistano que iniciou sua carreira na Fotografia no início da década de 1970, apresenta em "Excertos" recortes de três séries, duas essencialmente urbanas e paulistanas, e outra que elege o mar como tema. 

Por sua vez, Ricardo de Vicq - carioca, começou retratando artistas para capas de discos, alguns deles ícones da Bossa Nova - exibe, pela primeira vez no Brasil, o projeto "Metamorfo", premiado com medalha de ouro no Graphis Photography Annual 2017 (categoria "nu"), em Nova York – EUA. Em suas palavras: "Metamorfos são seres feitos de amor. Um Metamorfo não sabe onde termina seu corpo e começa o corpo da amada. Se o seu pensamento pertence a ele ou a quem ele ama. Sua dor é a dor sentida pelo outro. Um Metamorfo não sabe se a mão que lhe faz carinho é a sua ou a do seu amor. Um Metamorfo é feito de amor, tolerância, paixão e muito respeito à vida. Ser um Metamorfo deveria ser o objetivo de todo ser humano". 

Willy Biondani, paulistano cuja trajetória tem início como fotógrafo publicitário e de editoriais de beleza e moda, participa de "Excertos" e empresta ao conjunto de imagens exibidas toda sua expertise adquirida na Publicidade e na Moda, em fotografias coloridas e cheias de grafismo e geometria. 

Fotografia de Ricardo de Vicq, da série "Metamorfos"


Hilton Ribeiro


Willy Biondany.



Exposição: "Excertos" 
Artistas: Hilton Ribeiro, Ricardo de Vicq e Willy Biondani 
Curadoria: Fausto Chermont e Bianca Boeckel 
Abertura: 19 de agosto de 2017, sábado, às 19h 
Período: 22 de agosto a 21 de setembro de 2017 
Local: Galeria VilaNova – http://www.galeriavilanova.com.br 
Rua Domingos Leme, 73 – Vila Nova Conceição – São Paulo, SP 
Tel.: (11) 2691-1190 
Horários: Terça-feira a sábado, das 12 às 18h

GRACIELA SACCO Foram ao norte para chegar ao sul Curadoria: Beatriz Wechsler.



GRACIELA SACCO
Foram ao norte para chegar ao sul
Abertura: 22 de agosto de 2017, 19h
Um dos principais nomes da produção argentina contemporânea, Graciela Sacco (1956) realiza na Zipper sua primeira exposição individual no Brasil. Aberta a partir do dia 22 de agosto, a mostra  "Foram ao norte para chegar ao sul" reúne instalações, vídeos, fotografias e objetos da artista, que é reconhecida por desenvolver técnicas inovadoras de impressão fotossensíveis, rompendo com suportes tradicionais. Com curadoria de Diana Wechsler, professora da Universidad de Buenos Aires, a exposição fica em cartaz até 30 de setembro.

“Foram ao Norte para chegar ao Sul” é também título de série recente da artista, que, de certa maneira, condensa os temas alvo da exposição: a relação entre memória e fotografia e entre arte e sociedade, deslocamentos, migrações, exílios e a diáspora contemporânea.

A última vez que Graciela Sacco apresentou um corpo expressivo de trabalhos no país foi em 1996, durante 23ª Bienal de São Paulo, da qual participou como representante argentina. A artista acumula, ainda, diversas outras participações em bienais internacionais de arte: Ushuaia (2009), Shanghai (2004), Veneza (2001), Havana (1997 e 2000) e do Mercosul, 1997. Neste ano, Graciela participa, ainda, da Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul (Bienalsur) com a intervenção urbana “¿Quién fue?”.

Influenciado pelo conceitualismo latino-americano dos anos 1960, seu trabalho tem forte implicação política e se expressa, frequentemente, na evidenciação de conflitos e tensões, sejam sociais, políticos, econômicos, entre sujeito e objeto, luz e sombra, espaço e suporte. Na individual, Graciela faz, ainda, um panorama de sua produção, com trabalhos da década de 1990 – como os da série “Bocanada” (1994), apresentados na Bienal de São Paulo de 1996 –, do inícios dos anos 2000 e algumas mais recentes, produzidas após 2010.

Sobre a artista
Graciela Sacco (Rosario, 1956) é reconhecida por trabalhos desenvolvidos a partir de técnicas inovadoras de impressão fotossensíveis, que permitem a gravação de imagens em meios pouco usuais. Influenciada pelo conceitualismo latino-americano dos anos 1960, entre eles o coletivo Tucumán Arde, sua produção tem forte implicação política. A relação entre a memória e a fotografia é outro tema fortemente explorado pela artista. Em vídeos, instalações e intervenções urbanas, além das impressões em heliografia em distintos materiais, ela examina as tensões entre arte e sociedade e trata de questões como deslocamentos, migrações, exílios e a diáspora contemporânea. Graciela já representou a Argentina em diversas bienais internacionais, entre elas: Veneza (2001), São Paulo (1996), Havana (1997 e 2000), Mercosul (1997), Shanghai (2004) e Ushuaia (2009). Participou também de mostras individuais e coletivas em países como Inglaterra, Alemanha, França, Israel, Estados Unidos, Brasil, Colômbia e Peru. Sua obra está presente em importantes coleções internacionais, entre elas: MAMBA (Museu de Arte Moderna de Buenos Aires), Argentina; MACRO (Museu de Arte Contemporáneo de Rosario), Argentina; Museu do Bronx (Nova York, Estados Unidos); MFAH (Museu de Bellas Artes de Houston), Estados Unidos; Museum of Art Fort Lauderdale, Estados Unidos; Coleção Microsoft, Washington, Estados unidos; Essex University, Colchester, Inglaterra.

Sobre a curadora
Curadora, pesquisadora e doutora em História da Arte, Diana Beatriz Wechsler (1961) é professora titular da Universidad de Buenos Aires (UBA). Dirigiu exposições e projetos na Argentina, Itália, Brasil, México, Espanha e Alemanha. Principais publicações: Entre tiempos…Presencias de la Colección Jozami en la Lázaro Galdiano” (2014); “Pensar con imágenes” (2012), “Imágenes e historias” (2011), “Realidad y utopía, Realidad y Utopía” (Berlín 2010); Gorriarena, Itinerarios (2007), “Territorios de diálogo” (México, 2006);  “Los surrealistas” (2005). Prêmios: AICA-ABCA (2003); Cámara de Diputados de la Nación (2004); AICA-AACA (2007).

Serviço
Foram ao Norte para chegar ao Sul
Exposição individual de Graciela Sacco na Zipper Galeria
Abertura: 22 de agosto de 2017, às 19h
Visitação: até 30 de setembro de 2017
R. Estados Unidos 1494, Jardim América – Tel. (11) 4306-4306
Segunda a sexta, 10h/19h; sábado, 11h/17h

ArtRio 17


Reconhecida como um dos principais eventos de arte da América Latina, a ArtRio é uma oportunidade de ver, em um mesmo espaço, obras de grandes mestres e também o trabalho de novos artistas em uma seleção especial das principais galerias do país e do mundo. Acesse nosso portal e fique por dentro da programação.

Re de Barrão e Children's Corner de Renata Egreja e Meu Mundo Teu de Alexandre Sequeira na dotArt Galeria


DOTART GALERIA INAUGURA AS MOSTRAS “RE-“ DE BARRÃO E “CHILDREN’S CORNER”, DE RENATA EGREJA, NO DIA 22 DE AGOSTO
NA SALA PENSANDO, ALEXANDRE SEQUEIRA APRESENTA “MEU MUNDO TEU”

Impulsionados pela força que nos leva a pensar, refletir, temer, ver, ouvir, falar, imaginar, sentir e criar, a dotART galeria inaugura sua nova coletiva, no dia 22 de agosto: “Re-“, do artista Barrão; “Children’s Corner”, de Renata Egreja e na Sala Pensando, “Meu mundo teu”, de Alexandre Sequeira.
Com curadoria de Wilson Lazaro, diretor artístico da galeria, o espaço de arte abre suas portas e coloca em evidência o que precisa ganhar relevo: as expressões artísticas em diferentes suportes, impassíveis diante da contemplação humana, envoltas em suas próprias existências.
São esculturas e aquarelas de Barrão, com trabalhos inéditos, instalados na galeria 1; pinturas e aquarelas da Renata Egreja, na galeria 2 e um trabalho de antropologia social, com pitadas de poesia e emoções assinado por Alexandre Sequeira, na Sala Pensando.

Re - Barrão
A exposição de Barrão reúne obras em gesso e resina na cor branca, moldadas de objetos do cotidiano. Desde 2013, o artista passou a se interessar em explorar as fronteiras das esculturas de uma maneira diversa da usada em seu conhecido trabalho com louça, em que encontrava bibelôs, partia e colava pedaços, criando figuras híbridas.
Decidiu usar o gesso, que alterou seu processo de criação. O artista fez moldes de objetos cotidianos de diferentes materiais – como vidro, plástico, metal, madeira e até mesmo comida – para criar suas esculturas de formas híbridas, todas com uma aparência uniforme ao final, brancas. Para a exposição “Re-“, na dotART, Barrão preparou, ainda, aquarelas inéditas e duas novas esculturas.




Children’s Corner – Renata Egreja
As pinturas de Renata Egreja recebem impulsos energéticos ritmados pela dança. Inspirado pela natureza seu trabalho traduz as formas das flores, bulbos e folhas, a utilização do decalque e de máscaras servem, sobretudo para delimitar essa paisagem exuberante e sensual.
“Minha pintura é de contemplação e movimento. Daí a relação com a musicalidade. As relações de luz (solar) que aparecem numa pintura circulando no espaço e tempo, uma pintura que parece apresentar dois tempos”, explica a artista.

 A Janela É a Cortina.



Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Este trabalho de Alexandre Sequeira registra o documento de um encontro entre o fotógrafo e dois personagens: Jefferson Oliveira - morador da ilha do Combú, e Tayana Wanzeler - residente no bairro do Guamá. Uma história construída com parceria, afeto e, acima de tudo, reconhecimento do outro como verdadeiro coautor da nova imagem de mundo revelada.
Em 2007, os dois personagens registraram, a partir da intermediação do fotógrafo, momentos em que se descobririam por meio de cartas e fotografias. Este diálogo combinava referências verbais e visuais: uma pergunta numa carta resultava muitas vezes numa resposta em imagem, gerando curiosas traduções da realidade de cada um.
Assim, os três mergulharam numa aventura de recortes e colagens de fragmentos de realidade, que confundiam cada vez mais os limites entre seus mundos. Se permitiram contaminar e ser contaminado pelo olhar do outro em experimentações fotográficas.

SERVIÇO:
Re - Barrão
Children’s Corner – Renata Egreja
Meu mundo teu - Alexandre Sequeira
Abertura: 22 de agosto, às 18h00.
Visitação: até 21 de outubro de 2017.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Local: dotART galeria – Rua Bernardo Guimarães, 911 – Funcionários – BH/MG
Entrada Franca.
Contato: (31) 3261-3910/ dotart@dotart.com.br.
Instagram.com/galeriadotart

SOBRE OS ARTISTAS
Barrão
Jorge Velloso Borges Leão Teixeira (Rio de Janeiro). Desenhista, pintor, escultor, artista multimídia. Autodidata, inicia sua carreira artística com o Grupo Seis Mãos (1983-1991) formado com Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta. O grupo desenvolve atividades com vídeo, pinturas ao vivo, shows musicais e performances e promove o projeto Improviso de Pintura e Música, em ruas, praças públicas, faculdades etc. A primeira exposição dos três artistas tem lugar em 1983, no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Neste ano, Barrão participa das mostras Arte na Rua I e Pintura! Pintura!, ambas na mesma cidade. Em 1984, realiza a primeira individual, Televisões, na Galeria Contemporânea, e participa da coletiva Como Vai Você, Geração 80?, realizada na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro. Recebe o Prêmio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília, em 1990. Realiza, com Sandra Kogut, os vídeos 7 Horas de Sono e A Geladeira. Faz ainda vinhetas eletrônicas para televisão, trabalhos de cenografia e capas de discos. Cria, em parceria com o artista Luiz Zerbini, o editor de vídeo e cinema Sérgio Mekler e o produtor musical Chico Neves, o grupo Chelpa Ferro, em 1995, que trabalha com escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica.

Renata Egreja
Renata Egreja nasceu em São Paulo em 1984. Iniciou os estudos em artes visuais na FAAP e terminou na Ecole dês Beaux Arts de Paris, onde também concluiu o mestrado em 2010. De retorno a São Paulo participou de diversas exposições individuais e coletivas. A individual “Um traço basta” foi em 2011 no MAC Curitiba. Na Zipper galeria apresentou duas exposições individuais, “A regra do jogo” em 2012 e “Idilio” em 2014.
Entre os prêmios mais relevantes obteve em 2012 o Premio Itamaraty de Arte Contemporânea e a residência artística na Índia oferecida pelo Itamaraty e o MAB Faap. Sua pintura é de forte inspiração ornamental e suas composições apresentam uma tendência um tanto quanto construtiva. A utilização de uma grande paleta de cores é uma forte caracteriza das suas obras. Renata hoje divide sua vida entre São Paulo, Paris e Ubatuba.

Alexandre Serqueira
Artista visual é Mestre em Arte e Tecnologia pela UFMG, doutorando em Arte pela mesma Instituição e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPa. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social, tendo participado Encontros de Fotografia, Seminários e Exposições no Brasil e exterior, podendo-se destacar “Une certaine amazonie”; em Paris/França; Bienal Internacional de Fotografia de Liège/Bélgica; Exposição no Centro Cultural Engramme em Quebec/Canadá; X Bienal de Havana/Cuba; Paraty em Foco 2009; FotoFestPoa 2010 e 2011; Festival de Fotografia de Recife 2010; Simpósio e exposição “Brush with Light”, na Universidade de Arte Mídia e Design de NewPort no Reino Unido, Festival Internacional de Fotografia de Pingyao/China, exposição “Gigante pela própria natureza” em Valência na Espanha; “Contemporary Brazilian Printing” em New York/EUA; “Segue-se ver o que quisesse” no Palácio das Artes em Belo Horizonte/MG/BR; “Geração 00 – a nova fotografia brasileira; e Projeto Portfólio no Itaú Cultural em São Paulo/Brasil. Tem obras no acervo do Museu da UFPa, Espaço Cultural Casa das 11 Janelas; Coleção Pirelli/MASP, Museu de Arte do Rio/MAR, Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e na Coleção de Fotografia da Associação Brasileira de Arte Contemporânea/ABAC.

Memórias do Esporte - Centro Cultural Correios



O Centro Cultural Correios  inaugura, no dia 16 de agosto, a exposição Memórias do Esporte. Um panorama histórico do esporte mundial contado por meio de uma seleção de filmes inéditos no Brasil e equipamentos emblemáticos do esporte. Sob a curadoria dos cineastas J.J. Soares e J.C. Soares, a mostra exibe, em sua segunda edição, o acervo da Federation Internationale de Cinema e Television Sportif do COI - Comitê Olímpico Internacional.

Memórias do Esporte é dividida em três núcleos: no primeiro dois cinemas exibem 30 filmes esportivos selecionados em 116 países. Na segunda parte são expostos objetos históricos como as primeiras raquetes de tênis utilizadas em torneios internacionais, uma bicicleta dos anos 1920 e um barco a remo do final do século 19. A terceira parte está reservada à atividades interativas como games de realidade virtual.

“Nossa exposição tem a missão de revelar ao público a estimulante relação de 120 anos entre o cinema e o esporte. Mesclamos filmes raros da memória do esporte com produções épicas, isso vai atender a todos os tipos de público, de surfistas a pesquisadores”, declaram os curadores.



                                                   Tênis Althea Gobson.


                                                Kite Surf.

Ciclismo.










A 2a edição da exposição MEMÓRIAS DO ESPORTE tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Americas Medical City. Conta ainda com o apoio dos Correios, SporTV e Olympic Channel.

Links para fotos


MEMÓRIAS DO ESPORTE – 2ª edição
Curadoria J.J. Soares  e J.C. Soares
Abertura quarta-feira, 16 de agosto, 19h (aberta ao público)
Exposição: 16 de agosto a 1º de outubro de 2017
Terça a domingo, 12 às 19h
Grátis – Livre para todos os públicos

Centro Cultural Correios
Rua Visconde de Itaboraí, 20  Centro
( (21) 2253 1580

Informações para a imprensa
Raquel Silva
raquelsilva@alternex.com.br
( (21) 2274-7924
Assessoria de Comunicação Correios/RJ – ASCOM/RJ
Aline Nogueira/Leonardo Lima
( (21) 2253-8265.


Maurizio Cattelan

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