quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Cubo Além do Cubo 10 - Andréa Fachini

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Fonte, detalhe.

Jorge Fonseca e Jorge Duarte na Canvas Galeria de Arte



Os mineiros Jorge Fonseca e Jorge Duarte fazem crítica irreverente à sociedade
na Canvas Galeria de Arte

Mostra reúne 35 obras da dupla, em encontro inédito, a partir de 26 de setembro
Amigos de longa data, Jorge Duarte, representante da Geração 80 com mais de 30 anos de carreira, e Jorge Fonseca, artista autodidata e vencedor do prêmio Pipa Online 2017, reúnem pela primeira vez a irreverência de seus trabalhos num mesmo espaço. A dupla apresenta a exposição “São os Jorges”, de 26 de setembro a 13 de outubro, na sede do da Canvas Galeria de Arte no Rio de Janeiro, em Copacabana. Com cerca de 30 obras em diferentes suportes e materiais, a mostra resgata a trajetória dos dois artistas que, mesmo vindos de universos distintos, abusam da ironia e da arte popular brasileira para fazer um retrato da sociedade atual.
Uma seleção das produções de Jorge Duarte desde o ano 2000 estará disponível ao público. O artista selecionou 15 obras, todas em tinta acrílica, mas em suportes variados, como tela, fibra de vidro, madeira, livros etc. A realidade do país está sempre presente em seus trabalhos intensos e criativos. Em “Brasil Ferrugem”, por exemplo, a bandeira nacional aparece oxidada. “Já que não consigo escapar do cenário de crise política e violência que estamos vivendo, prefiro refletir por meio da arte”, diz.
Famoso por seu Fiotim – O Museu em Movimento, obra que traz réplicas em miniatura das instalações do Inhotim, Jorge Fonseca faz uma retrospectiva de sua carreira, com produções recentes e também trabalhos antigos, mas inéditos ao público. O artista, que utiliza objetos cotidianos interpretados e recriados, arrisca pela primeira vez novos suportes, como o bordado em madeira, presente na obra “Quando você passa eu fico assim”, produzida em 2017. “Vou mostrar o resultado da pesquisa que desenvolvo há mais de 20 anos no meu ateliê. Tento colocar a arte popular dentro do patamar estético da arte contemporânea”, explica.
Sobre Jorge Duarte – Mineiro de Palma, é bacharel em pintura e Mestre em História da Arte pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Representante da Geração 80, foi professor do Instituto de Artes da UERJ, da Escola de Artes Visuais do Parque Laje e da Escola de Belas Artes da UFRJ. Participou de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil entre elas no Paço Imperial, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, no CCBB e no Parque Lage; e no exterior, em países como França e Alemanha. Entre outros ganhou os prêmios Icatu de Artes, residência de 6 meses em Paris; e o prêmio Metropólis e Periferia, de viagem à Alemanha, pela participação no Workshop Metrópolios e Periferia, realizado na ESDI-RJ e com exposição das obras no Museu da Arte Moderna ddo Rio de Janeiro.
Sobre Jorge Luiz Fonseca – Nascido em Conselheiro Lafaiete, Minas Gerais, vive e trabalha em Ouro Preto. Trabalhou como professor do Departamento de Artes da UFJF e foi diretor de criação e produção de grupos de artesãos. Sua formação artística é autodidata com diferentes vivências e experiências profissionais como: maquinista de trem, marceneiro e designer de móveis. Ao longo de sua carreira, ganhou diversos prêmios, entre eles o Pipa Online 2017, a mais importante premiação da arte contemporânea no Brasil, o Funarte – Conexão Circular Artes Visuais, em 2016, e a Bolsa de Estímulo à Produção Artística da Fundação Pollock-Krasner/New York, em 2009.
Sobre a Galeria - A Canvas Galeria de Arte, com sedes em São Paulo e Rio de Janeiro, opera nos principais mercados de arte do país. Reconhecida por seus movimentados leilões, trabalha com importantes artistas brasileiros e estrangeiros, como Cicero Dias, Di Cavalcanti, Luiz Aquila e OS GÊMEOS.
Jorge Duarte - Gugu Dadá_técnica mista_26x28x12_2009.
Jorge Duarte - Ferrugem_acrílica e óxido de ferro sobre MDF, 85x125_2016.

Jorge Duarte - Carne_tábua_carne_acrílica sobre madeira_40x21.1_2010.


Fósforo Pau Grande - técnica mista_40x21.2x8_2008

Serviço – Exposição São os Jorges
Artistas: Jorge Fonseca e Jorge Duarte
Local: Canvas Galeria de Arte – Avenida Atlântica, 4240, lojas 337, 338, 341, Shopping Cassino Atlântico, Copacabana. Tel: 2522-5486
Abertura – 26 de setembro (terça-feira), às 19h
Período de exposição: 27 de setembro a 13 de outubro
Visitação: segunda a sexta-feira das 10h às 19h. Sábados, das 10h às 14h.
Grátis

Inauguração Lombardi Galeria com Individual de Fabiano Al Makul - 20.09.17



NOVA GALERIA DEDICADA À FOTOGRAFIA AUTORAL É INAUGURADA NO JARDIM PAULISTANO, EM SÃO PAULO

 Lombardi Galeria inicia sua trajetória com Fabiano Al Makul, em individual que retrata o lado poético de cenas caracterizadas pelo acaso

 

Lombardi Galeria, de Álvaro Lombardi, inaugura sua sede com a mostra " A Minha Poesia Covarde", do fotógrafo paulistano Fabiano Al Makul, sob curadoria de Diógenes Moura. Composta por 30 imagens que exploram o fascínio do artista por cenas simples e espontâneas, encontradas ao acaso, a exposição é um aprofundamento da produção recente do artista, que chama atenção pelo olhar detalhista por elementos como sombra e luz, conectando as cenas através da composição de polípticos pautados pela cor.

A Minha Poesia Covarde” não é apenas um verso. Fabiano Al Makul não é apenas um fotógrafo. É transeunte. Ou “enxerga” a cidade e sobrevive ou a “vê” e desaparece. Eis a decisão final. Trata-se de um jogo no singular, um retrato, um livro aberto que página por página poderá mudar a cada instante”, defineDiógenes Moura.

Exposição: "A Minha Poesia Covarde"
Artista: Fabiano Al Makul
Curadoria: Diógenes Moura
Coordenação: Álvaro Lombardi
Abertura: 20 de setembro de 2017, quarta-feira, às 19h
Período: 21 de setembro a 22 de outubro de 2017
Local: Lombardi Galeria 
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 187, Jardim Paulistano - São Paulo/SP
Tel.: +55 11 2528-0409
Horários: Segunda a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 12 às 16h

Renan Cepeda workshop A Luz na Mão – uma Introdução ao Light Painting no Atelier da Imagem



Renan Cepeda workshop

A Luz na Mão – uma Introdução ao Light Painting

 

 

O Ateliê da Imagem abre inscrições para o workshop A Luz na Mão – uma introdução ao Light Painting com o premiado fotógrafo brasileiro Renan Cepeda. Início 27 de setembro, 18h30, vagas limitadas. O Ateliê da Imagem fica na Avenida Pasteur 453, Urca.
“Na escuridão a percepção da luz fica muito mais aguçada. A cada feixe de luz, seja ele produzido por um fósforo ou uma lanterna, os olhos ficam capazes de medir e as mãos de dosar cada raio da luz”, explica Renan Cepeda.
Renan Cepeda mostrará suas técnicas de fotografia por light painting, ou seja, iluminação por fonte de luz à mão, em longas exposições, onde os alunos praticarão a técnica de forma lúdica, fotografando-se uns aos outros. Na programaçao, haverá saída ao ar livre, onde Cepeda fará seus alunos “pintarem” com a luz a fachada de uma igreja abandonada do século XVlll, sob vários ângulos e com outros elementos, como árvores etc.
Renan pretende mostrar aos participantes, uma maneira relativamente fácil e incomum de fotografar, quebrando os paradigmas do "snap shot", do momento decisivo, numa era em que a quase totalidade das fotografias são feitas em uma fração de segundo.
Na técnica de Light Painting o autor da fotografia não fica atrás da câmera, ele entra na cena, interferindo nela e sendo protagonista em cada traço da luz gravada. Meio que brincando de Deus, o pintor contempla com a luz em suas mãos aquilo que ele determina que vai existir no fotograma, condenando às trevas eternas o que não deseja que seja iluminado.





Serviço:

A Luz na Mão – uma Introdução ao Light Painting – workshop de 3 aulas.

Início: 27 de setembro de 2017 / 18h30 às 21h30
E ainda dias 30/09 e 04/10 , (quartas e sábados)
Investimento: 4x R$ 245,00 ou 3x R$ 310,00 ou 2x R$ 455,00 ou à vista R$ 890,00
(sinal) de R$ 200 até 25/09

Daniel Steegmann Mangrané @ 14th Biennale de Lyon


Daniel Steegmann Mangrané

14th Biennale de Lyon
20/09/2017 – 07/01 2018

Biennale de Lyon
Lyon, France



São Paulo
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Exposições em São Paulo marcam início das celebrações pelos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida






Exposições em São Paulo marcam início das celebrações pelos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida 


Duas exposições na capital paulista marcam o início das festividades pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida nas águas do rio Paraíba do Sul, na cidade de Aparecida (SP). “Aparecida do Brasil” e “300 anos de Devoção Popular” estão sendo montadas pelo Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS), em parceria com a Arquidiocese de São Paulo (SP) e o Santuário Nacional, e serão inauguradas no dia 21 de setembro, às 11h.

Nas dependências do museu, em espaço dedicado a exposições temporárias, "300 Anos de Devoção Popular", em parceria com o Museu Nossa Senhora Aparecida – Santuário Nacional de Aparecida e curadoria de Cesar Augusto Bustamante Maia e Fabio Magalhães, são exibidas 137 obras - esculturas, ex-votos e objetos em diversos suportes -, homenageando os três séculos de devoção à Nossa Senhora Aparecida. A cada ano, milhões de peregrinos caminham rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Recorrem à padroeira do Brasil para lhe falarem de suas angústias, aflições, ou para expressar suas alegrias, esperanças e agradecimentos por graças alcançadas. "A mãe de Jesus, a Senhora da Conceição Aparecida, continua a ser o 'grande sinal', colocado por Deus no céu e na terra para o consolo dos seus filhos e para a certeza de que o mal não terá a última palavra sobre a vida dos homens e sua história", comenta o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo. A mostra tem como destaques duas esculturas da santa – uma com manto e outra sem - feitas por Francisco Ferreira – Chico Santeiro, o primeiro escultor a produzir uma imagem de Nossa Senhora Aparecida

Em seu espaço expositivo no Metro Tiradentes, o Museu de Arte Sacra de São Paulo em parceria com o Museu Nossa Senhora Aparecida – Santuário Nacional de Aparecida, expõe "Aparecida do Brasil", com curadoria de Cesar Augusto Bustamante Maia. Composta por 16 imagens feitas por Thiago Leon, a exposição acontece na Sala MAS - Metrô Tiradentes e homenageia os 300 anos de devoção à Nossa Senhora Aparecida, por meio de fotografias que retratam os devotos e o Santuário Nacional de Aparecida.
 A programação dos eventos que celebram os 300 anos de Aparecida pode ser conferida no site do Santuário Nacional – http://www.a12.com/santuario/300-anos#programacao


"Nossa Senhora Aparecida", Paulo von Poser (2012)
Aparecida de São Paulo – elo histórico 

A cidade de São Paulo tem uma ligação histórica estreita com o Santuário Nacional. Em 1717, quando foi encontrada a imagem da Padroeira do Brasil, todo o Estado de São Paulo pertencia à então Diocese do Rio de Janeiro (RJ). Com a criação da Diocese de São Paulo (SP), em 1745, que depois foi elevada a arquidiocese, em 1908, Aparecida passou a fazer parte de seu território. Somente em 1958, foi criada, pelo Papa Pio XII, a Arquidiocese de Aparecida. Também foi da Arquidiocese de São Paulo que veio o primeiro arcebispo de Aparecida, o Cardeal Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, até então arcebispo de São Paulo. 

Foi o primeiro arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva, que, em 1908, obteve do Papa Pio X a concessão do título de Basílica Menor para a primeira igreja construída em 1745, popularmente conhecida como “Basílica Velha”. Nessa ocasião, Dom Duarte também celebrou a dedicação do templo. 

Até a chegada dos primeiros missionários redentoristas, em 1894, o atendimento pastoral e espiritual da Basílica de Aparecida ficou aos cuidados do clero da Diocese de São Paulo. O lançamento da pedra fundamental do Santuário Nacional, a “Basílica Nova”, aconteceu em 10 de setembro de 1946 e a construção do templo iniciou-se em 11 de novembro de 1955. 

14. Biennale de Lyon | Ernesto Neto, Rivane Neuenschwander, Cerith Wyn Evans Fortes D'Aloia & Gabriel


Maurizio Cattelan

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