domingo, 22 de outubro de 2017

Imagem Semanal: Bibliotecas, Livrarias e Livreiros

Biblioteca de Alexandria



Autor desconhecido Interior of the Library of Sixtus IV, as shewn in the fresco in the Hospital of Santo Spirito, Rome, s.d.



Thomas Rowlandson (1756-1827) Bookseller and Author, 1784. Yale Center for British Art.

Philip Reinagle (1749-1833) John Nicholson, a Cambridge Bookseller Known Universally as Maps, 1789. Cambridge University.

Washington Allston (1779-1843) The Poor Author and the Rich Bookseller, 1811.


O. Von Corven (1812-1886) The Great Library of Alexandria, s.d.



Autor desconhecido The Burning of the Library of Alexandria, 1876. Private Collection. 

Viktor Vasnetsov (1848-1926) At a Bookseller, 1876. Tretyakov Gallery, Moscou.


Norbert Goeneutte (1854-1894) Parisian Bookseller, 1881.


Louis Robert Carrier-Belleuse (1848-1913) Bookseler, s.d. Coleção particular.


William Henry Fox Talbot (1800–1877) A Scene in a Library, 1844. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Carl Spitzweg (1808-1885) The Bookworm, 1850. Museum George Schäfer



Gustave Caillebotte (1848-1894) Portrait of the Bookseller Fontaine, 1885.


Walter Osborne (1859-1903) Dublin Streets a Vendor of Book, 1889. National Gallery of Ireland.


Eduard Swoboda (1814-1902) Un pequeño ratón de biblioteca, 1902


Tavik František Šimon. (1877-1942) Paris Bookstore, 1904.


Johann Hamza (1850-1927A Gentleman Reading in the Library, s.d. 

Michael Harrington () Library, 2012.

Ruben Monakhov (1970-) The Secondhand Bookseller, 2015.

sábado, 21 de outubro de 2017

Alvaro Seixas: Uma Visão



Num momento crítico para a democracia, o meio de artes plásticas está desunido. Um dos antecedentes talvez resida nas milícias diplomáticas dentro de nosso próprio mundo artsy: artistas, curadores, galeristas, professores etc se policiando quando veem surgir uma mínima possibilidade de debate que possa ferir o corporativismo (para não escrever "panelinha"). Muitos (não todos) os artistas top não estiveram em diálogo com colegas de sua geração e das novas, ou inseridos em debates que não fossem apenas voltados para a própria arte e/ou acúmulo de riquezas ou, ainda, com os olhares voltados para fora do Brasil. O nosso meio foi e ainda é inegavelmente elitista e corporativista. Certas galerias odeiam artistas ou não atendem interfone para quem não seja digno de compartilhar do mesmo ar-condicionado cultural e paredes brancas. Essa desunião não ocorre apenas dentro da classe das artes plásticas, mas na sua relação com outras esferas. Diferente da música, do cinema e da TV, temos medo, por exemplo, do humor e da improvisação sincera. Introjetamos, erroneamente, milímetro por milímetro, que devemos ser sérios e, agora, unir-se fica difícil, pois nossa capacidade de debater não foi exercitada e nos engessamos em velhas fórmulas, tentando converter nossas poéticas num colete à prova de bala. A "obra aberta"; a "porosidade", a "experiência" e a "morte do autor" foram transformadas em commodities. Muitas vezes censuramos a nós mesmos, inclusive no sentido individual, não apenas interpessoal. A crítica de um artista ao trabalho de um outro é tomada como absurda e motivo de desavença eterna (tudo isso sem uma franca discussão). Muitos ridicularizaram a academia (já ouvi gente importante do meio dizer que ser artista-professor é para quem não se destacou como artista-artista, colocando o mercado em primeiro, ou único plano). Não vejo nenhum problema em ser representado por galerias, sou representado por três, e com elas mantenho uma relação bem amistosa que não interfere negativamente no meu trabalho de professor. Nós do meio de arte brasilis somos pop, mas não somos populares.


Alvaro Seixas é artista plástico e professor doutor, Escola de Belas Artes, U.F.R.J.

Arte: Nudez, Erotismo e Sexo,


Nota: Há imagens de nudez, erotismo e sexo explícito.

A nudez, erotismo e o sexo explícito são temas recorrentes em toda história da arte, e essas obras estão expostas livremente nos mais importantes museus do mundo. Os trabalhos são mostrados em  diferentes meios, desenhos, pinturas, esculturas, fotografias, vídeos, instalações e performances.
Essa ano, no Brasil, apareceu uma onda de protestos contra obras consideradas obscenas, sinalizando ignorância e atraso.
O blog selecionou algumas imagens para colocar esses temas em discussão e posicionar-se contra o que parece ser censura, intolerância e retrocesso.

Shuvalof painter (440-410) Oinochoe, 430 a.C. Antikensommlung, Berlim.


Michelangelo (1475-1564) The Creation of Adam, 1512. Capela Sistina.

Ticiano (1490-1576) Venus of Urbino, 1538. Uffizi Gallery, Florença.


Peter Paul Rubens (1577-1640) Leda and Swan, 1600. Museu do Louvre, Paris.


Caravaggio (1573–1610) St John the Baptist, 1602. Galleria Capitolina, Roma.



Goya y Lucientes (1746-1828) La Maja Desnuda, 1799-1800. Museo del Prado, Madrid


Gustave Courbet (1819-1887) L'Origine du Monde, 1866. Musée d'Orsay, Paris.


John Singer Sargent (1856-1925) A Nude Boy on a Beach, 1878. Tate Gallery, Londres.


Auguste Rodin (1940-1917)  The Age of Bronze, Tanio Museum.


Joaquin Sorolla (1863-1923) Children in the Sea Valencia, 1908



Egon Schiele (1890–1918) Two Women Embraced, 1913. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Amedeo Modigliani (1884-1920) The Red Nude, 1917. Coleção particular.


George Bellows (1882-1925) The Barricade, 1918. Birminghan Art Museum.


Édouard-Henri Avril (1849-1928)


Marcel Duchamp (1887-1) Jogando Xadrez, 1963.


Tom Wesselmann (1931-2004) Great American Nude #92, 1967.


Antônio Manoel (1947-) O Corpo É a Obra, 1970.



Robert Mapplethorpe (1946-1989) Child Seated on a Stone Bench, 1976. 



 Marina Abramovic (1946-) e Ulay (1943-) Performance, 1977. Bologna 


Eduardo Kac (1962-) Pornograma #2, 1981


Eric Fischl (1948-) Birthday Boy, 1983. Collezione Maramotti, Reggio Emilia



Robert Mapplethorpe (1946-1989) Cock, 1985. Getty Museum, Los Angeles.


Alair Gomes (1921-1992) 





 
Jeff Koons (1955-) Made in Heaven, 1991. Coleção particular.


Lucien Freud (1922-2011) Benefits Supervisor Sleeping, 1995.



Thomas Ruff  (1958-) Sem título, 2001. Coleção particular.


Vanessa Beecroft (1969)  VB45, 2001 


Charles Ray (1953-) Oh! Charley, Charley, Charley 1992.



Miguel Angel Rojas (1946-) David, 2005.



Nan Goldin (1953) Kat & Sarah Embraced, Hudson, New York, 2006




Daniel Toledo (1981-) troca troca - rapidinho Performance: Fotografia: Pedro Victor Brandão Edição: Julia Barreto e Carla Dutra Participantes:Amélia Sampaio, Caroline Valansi, Daniel Toledo, Daniela Kohn, Doreen Mehner, Nadan Guerra, Pedro Buarque e Pedro Lago.


Fabio Baroli (1981-) Sujeito da Transgressão #2, 2011.


Sarah Lucas () Penetravel, 2011.


Charles Ray (1953-) Huck and Jim” (Fibreglass work-in-progress), 2015. Escultura recusada pelo Whitney Museum of American Art.


Alexandre Mury (1976-) Lisa, 2015.



Maurizio Cattelan

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