quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

2a Trio Bienal Curador: Vestir o Mundo. Alexandre Murucci

Queridos amigos, com muita honra convido a todos para a TRIO Bienal 2017 
Alexandre Murucci.


IMS Rio convida para a exposição #RioUtópico



Lançamento do catálogo Conflitos: fotografia e violência política no Brasil, 1889-1964, no IMS Rio




LANÇAMENTO
Conflitos: fotografia e violência política no Brasil, 1889-1964
Uma mesa-redonda marca o lançamento do catálogo da exposição Conflitos: fotografia e violência política no Brasil 1889-1964 nesta quinta-feira (14), às 20h, no auditório do IMS Rio. O evento terá a participação de Angela Alonso, Angela de Castro Gomes e Heloisa Starling, consultoras da mostra e autoras de textos do catálogo, e mediação da curadora Heloisa Espada.

A mostra, em cartaz no IMS Rio até o dia 25 de fevereiro de 2018, apresenta 338 imagens que contradizem a imagem do Brasil como país pacífico, e oferece um olhar sobre a história nacional que colabora na compreensão da atual crise política.
Acesse o evento
Lançamento do catálogo Conflitos: fotografia e violência política no Brasil, 1889-1964
Data: 14 de dezembro (quinta-feira)
Horário: 20h
Local: Auditório do IMS Rio
Evento gratuito

Coletiva O contexto da linha | Galeria Mercedes Viegas



FVCB convida: Encerramento da exposição Aã | 16 de Dezembro, Sábado



Procedência & Propriedade / Restam poucas vagas Charles Watson



A Verve Galeria, em parceria com a Galeria Mezanino - "Fuga". Curadoria Ian Duarte Lucas e Renato de Cara,

Verve Galeria, em parceria inédita com a Galeria Mezanino, exibe a coletiva "Fuga". Sob curadoria de Ian Duarte Lucas Renato de Cara, são propostos 3 diálogos entre 6 artistas de ambas as galerias: Luisa Malzoni e Emídio Contente;Vladimila Veiga e Leo Sombra; e Luciano Zanette e Sergio Niculitcheff. Composta por 25 obras, a expografia pensada para a mostra coloca os trabalhos em contraponto, do qual emergem inúmeras possibilidades de associação. Da música erudita foi emprestado o título da exposição, que investiga processos de espelhamento, modulação, expansão e síntese entre as obras.

Assim como nas outras artes, a música possui a capacidade de nos transportar de um lugar a outro num deslocamento, ainda que temporário, da realidade. Palavra do latim que tem o duplo significado de fugir (fugire) e caçar (fugare), a "fuga" é um estilo de composição contrapontística com origem na música barroca, em que as vozes ecoam, uma após a outra, o tema principal, em operações de repetição e contraposição – importante ressaltar que todas as vozes com a mesma importância na composição.

Com esta inspiração, a coletiva "Fuga" apresenta diversas linguagens e conceitos, em obras que passam pelas técnicas de escultura, fotografia, gravura e pintura, sempre no intuito de revelar paralelos e correlações entre o trabalho dos artistas.

"Pela contraposição, fica evidente a complementaridade entre os processos poéticos de cada um, pois afinal é do encontro que se traça o devir de todo artista", concluem os curadores Ian Duarte Lucas e Renato de Cara.







Exposição: "Fuga"
Artistas: Emídio Contente, Leo Sombra, Luciano Zanette, Luisa Malzoni, Sergio Niculitcheff e Vladimila Veiga
Curadoria: Ian Duarte Lucas e Renato de Cara
Coordenação: Allann Seabra
Abertura: 14 de dezembro de 2017, quinta-feira, às 19h
Período: 15 de dezembro de 2017 a 20 de janeiro de 2018
Local: Verve Galeria – www.vervegaleria.com
Endereço: Rua Lisboa, 285 – Jardim Paulista, São Paulo – SP
Telefone: (11) 2737-1249
Horários: Terça a sexta-feira, das 10 às 19h / Sábado, das 11 às 17h

Hoje às 19h na Galeria: lançamento do livro de Beatriz Milhazes (Taschen)


Obras Sobre Papel recebe a exposição "Prosaica Humanidade", com gravuras de 29 artistas


EXPOSIÇÃO “PROSAICA HUMANIDADE” REVELA A FACE DO
HOMEM COMUM NA CASA – OBRAS SOBRE PAPEL,
SÃO 37 GRAVURAS DE 29 ARTISTAS, COMO FRANCISCO GOYA, KÄTHE KOLLWITZ, MARC CHAGALL, ERIK DESMAZIÈRES, EVANDRO CARLOS JARDIM, OSWALDO GOELDI, RENINA KATZ

O homem comum em suas atividades, do banal, passando pelo sofrimento e o trabalho até chegar à morte. A partir dessa linha de condução, a cAsA - Obras Sobre Papel volta o olhar ao seu acervo e inaugura sua nova exposição, a coletiva “Prosaica Humanidade", no dia 28 de setembro. São 37 gravuras de 29 artistas, entre eles Erik Desmazières, Käthe Kollwitz, Evandro Carlos Jardim, Francisco Goya, Marc Chagall, Oswaldo Goeldi e Renina Katz.
A curadoria assinada pela equipe da cAsA, Lucia Palhano, Paulo Rocha e Thyer Machado, Prosaica Humanidade busca trazer a discussão sobre a representação do homem que, na historiografia tradicional das artes, sempre foi retratado com idealização. “A mostra revela a face dos vencidos, do homem comum, colocando em relevo outras narrativas a contrapelo da história dos vencedores. Em uma sociedade que frequentemente renega experiências de sofrimento e compele o ser humano a vivências anestesiadas, a arte (quem sabe) pode oferecer outras possibilidades, a partir do encontro com as imagens. Tal relação dos corpos com estas obras talvez possa questionar e impactar quem se lança nesse embate”, explicam os curadores.
As gravuras da exposição expõem o banal, pessoas em suas atividades íntimas, a vida rotineira em família, mães amamentando, pessoas bebendo, trabalhadores dormindo. Pode-se ver também o sofrimento, como a figura materna acolhendo o filho morto na obra impactante de Käthe Kollwitz. O trabalho se faz presente por meio de imagens de operários, açougueiros, trabalhadores campesinos e desempregados, revelando a face desumana do labor. Rostos humanos também aparecem, caminhando do realismo até imagens degradadas, em que na última gravura, de Erik Desmazières, há apenas uma caveira. O fim.
Este mote revela a representação do humano no acervo da cAsA, mas de maneira a buscar um olhar mais apurado para o homem, não uma mera visão romântica. “Em grande parte, os artistas aqui presentes almejavam que o espectador desenvolvesse um olhar crítico e consciente, não simplesmente compadecendo-se com o mundo e suas vicissitudes. Seria então possível permanecer alheio e insensível às representações do sofrimento e da vida tantas vezes bovina? Os rostos e corpos expostos nesses quadros são alteridades que falam e interpelam o espectador, como se nos despertassem o que há de mais prosaico e banal em nós mesmos: nossa própria humanidade”, finalizam os curadores.

SERVIÇO:
Prosaica Humanidade
Visitação: até 23 de dezembro.
De segunda a sexta, das 10h às 19h. Aos sábados de 10h às 14h.
Local: cAsA - Obras Sobre Papel (Av. Brasil 75 - Sta. Efigênia).
Informações: (31) 2534-0899
Entrada franca

Artistas participantes da exposição:
1. Anestor Tavares - BRASIL
2. Angelo Canevari - ITALIA
3. Benito Quinquela Martin - ARGENTINA
4. Bernd Koblischek - ALEMANHA
5. Clare Leighton - INGLATERRA
6. Danúbio Gonçalves - BRASIL
7. Edgard Cognat - BRASIL
8. Erik​ ​Desmazières​ - FRANÇA
9. Evandro​ ​Carlos​ ​Jardim​ - BRASIL
10. Francesc Domingo Segura - ESPANHA
11. Francisco​ ​Goya​ - ESPANHA
12. Glauco Rodrigues - BRASIL
13. Hannah Brandt - BRASIL
14. Hans Steiner - ÁUSTRIA
15. Ignaz Epper - SUÍÇA
16. J. Barros - BRASIL
17. Johann Robert Schürch - SUÍÇA
18. John Edward Costigan - ESTADOS UNIDOS
19. Käthe​ ​Kollwitz​ - ALEMANHA
20. Leonard Baskin - ESTADOS UNIDOS
21. Lionel Le Couteux - FRANÇA
22. Marc​ ​Chagall​ - BIELORUSSIA
23. Max Liebermann - ALEMANHA
24. Octávio Araújo - BRASIL
25. Oswaldo​ ​Goeldi​ - BRASIL
26. Ramon Rodrigues - BRASIL
27. Renina​ ​Katz​ - BRASIL
28. Robert E. Marx - ESTADOS UNIDOS
29. Winslow Homer - ESTADOS UNIDOS

Goya No hay que dar voces - gravura em metal, 1810-1820

Käthe Kollwitz - Morte, mãe e criança - gravura em metal, 1910 (2)

Marc Chagall - A cólera II - gravura em metal, 1925 (3)


Sobre a cAsA - Obras Sobre Papel
 A cAsA – Obras Sobre Papel, inaugurada em Belo Horizonte em 2015, tem como princípio abrir suas portas para a realização de exposições, encontros, discussão de ideias e promoção da arte sobre papel em todas as suas manifestações, sobretudo a gravura.
O espaço preenche uma lacuna existente na capital mineira em relação à técnica, com o objetivo de gerar um crescimento da circulação de gravuras, desenhos, aquarelas, fotografias - sedimentar este mercado, valorizando esta cultura, trazendo mostras e novas experiências artísticas.
Em seu expressivo acervo, obras de representativos nomes que fizeram história como Goeldi, Abelardo da Hora, Iberê Camargo, Erick Demazieres, Salvador Dali e Picasso.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Marc Chagall




Marc Chagall (1887-1985) Pintor, gravador, ceramista e vitralista russo. Nasceu em Vitebk na Rússia uma pequena e pobre cidade, onde metade era de judeus. Começou seus estudos com Yuri Pen, artista de sua cidade. O ídiche foi sua língua até aos 17 anos. A partir daí, começou a aprender russo, pois foi selecionado para estudar na Academia de São Petersburgo. Morou em Paris, onde conheceu os amigos Apollinaire, Max Jacob, Modigliani, Cendras e Delaunay. Com elementos do Fauvismo e do Cubismo construiu uma linguagem pictórica única. Muitas de suas obras  vem de recordações infantis, das lendas, contos e histórias russas judaicas e cristãs. Após a Revolução Russa em que o regime czarista foi derrotado, Chagall retornou a São Petersburgo e foi nomeado comissário de belas artes em sua cidade natal, onde, também, fundou uma escola aberta a todos os estilos. Nesse período, houve uma extraordinária mudança em seus trabalhos, ele retomou os temas judaicos, as paisagens de sua cidade e os retratos de familiares e amigos. Divergências com o grande Malevitch o levaram à demissão. Nesse período, pintou murais para o teatro judeu de Moscou. Casou-se com Bella e produziu muitas telas com ela como modelo. . Retornou a Paris. Ilustrou a Bíblia, Almas Mortas de Gogol, as Fábulas de La Fontaine e sua autobiografia. Entre 1941 e 1947, morou nos Estados Unidos, onde morreu sua mulher Bella. Retornou à França e criou os vitrais para Sinagoga da Universidade de Jerusalém e da catedral de Metz. Visitou Israel muitas vezes para realizar obras por encomenda. Recebeu a Grã Cruz do governo francês. Morreu em Saint-Paul de Vince. 


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Couple, 1911. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


The Betrohed, 1911. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Le Pont de Passy et la Tour Eiffel, 1911. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Le Soldat Boit, 1912. Guggenheim Museum, Nova York.



A Pinch of Snuff, 1912. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

The Lovers,1913. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Self Portrait with White Collar, 1914. Philadelphia Art Museum.

 The Marketplace, 1915, Metropolitan Museum of Art, Nova York.



Birthday, 1915.  MoMA, Nova York.


Purim, 1916. Philadelphia Museum of Art.



The Green Violinist, 1923-1924  Gugenheim Museum, Nova York.


The Failing Angel, 1923-1947. Jewish Museum, Nova York.


Jewish Praying, 1923. The Art Institute of Chicago.


Solitude, 1933. Óleo sobre tela 102x109 cm. Tel-Aviv Museum of Art.


Bouquet of Flying Lovers, 1933-1947. Tate Gallery, Londres.


The White Christ, 1938. The Art Institute of Chicago.


The Crucifixion, 1940. The Philadelphia Art Museum.

Cow with a Parasol, 1946. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


The Dance of Circus, 1950. Tate Gallery, Londres.


The Blue Circus, 1950. Tate Gallery, Londres.


American Window, 1977. The Art Institute of Chicago.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Maria Lassnig




Maria Lassnig (1919-2014)  Nasceu em Carinthia, Áustria. Estudou na Academie of Fine Arts, Viena. Morou em Paris, conviveu com o Surrealismo. Mudou-se para Nova York, onde fez curso de desenho animado na School of Visual Art. Ao retornar para Viena, tornou-se professora Academy of Fine Arts. Fundou o primeiro estúdio de animação na Áustria. Seu trabalho foi influenciado pelo Expressionismo Abstrato. Participou das Bienais de Veneza, de Gwangzu e da Documenta de Kassel. Teve retrospectiva no Centre George Pompidou e Serpentine Gallery, Londres. Com seus trabalhos procura discutir a conscientização do corpo e descrever os aspectos invisíveis da sensação interior. Recebeu o Grand Austrian State Prize e Austrian Cross of Honneur for Sciense and Art. Retrospectiva no MoMA/PS1. Ganhou o Leão de Ouro da Bienal de Veneza.É representada pela Fredich Petzel Gallery e Hauser and Wirth Gallery. 



Self-Portrait, 1970.


Girl with Wine Glass, 1971.

Double Self-Portrait with Camera, 1974

Mit Einen Tiger Schlafen, 1973. Albertina Gallery, Viena.


Energetic Assistant, 1989. Ludwig Museum, Colônia.


Lady with Brain, 1990. Maria Lassnig Foundation.


Inside and Outside the Canvas IV, 1994.  Maria Lassnig Foundation.



Brain Lobe, 1998. MoMA, Nova York.


Sem título, 1998. MoMA, Nova York.


Sciencia, 1998. MoMA, Nova York.


Competition II, 2000.


Bugbear, 2001.


Don Juan d'Austria, 2003.


The Biologist, 2003.

Death and Girl, 1999. Coleção particular.



Iron virgin and fleshy virgin, 2004.



Horizontally on two crutches, 2005.



Your and Me, 2005.



The Iligitimate Bride, 2007.


Abraham Sacrifices his Son, 2007. Hauser and Wirth Gallery.


Pushing the Artist, 2008.


Diskretion, 2009.


Optimist, 2009.



O.T., 2012. Capitain Petzel, Berlim. Foto: Jens Ziehe.







Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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